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Poesía de Daniel Rojas Pachas en mallarmargens revista de poesia e arte contemporânea (Traducción de Adriana Zapparoli)











mallarmargens revista de poesia e arte contemporânea, ISSN 2316-3887, no ar desde maio de 2012, tem como objetivo aglutinar a diversidade da poesia contemporânea nacional e internacional. A ideia é propiciar um ambiente amigável para troca de influências e diálogo literário entre os autores, bem como lhes assegurar visibilidade e facilitar o contato com o meio editorial.

Atualmente com 110 mallarmagos (autores fixos) e 180 mallarmigos (autores, periódicos e espaços culturais), o veículo tem atualizações diárias, com a proposta de ser dinâmico e interativo, assim como a multiesférica arena virtual, de modo a também concretizar, mesmo que em partes, o projeto de livro infinito de Mallarmé. Todas as atualizações são catalogadas em volumes anuais, agrupadas em números mensais e classificadas em colunas: Poemas, Prosas, Ensaios, Traduções, Galeria, Musicoteca, Videoteca e Notícias.

Somos primeiramente leitores e nosso conselho editorial valoriza igualmente a estreia e a experiência de nossos autores.

Por optarmos pela distribuição igualitária dos conteúdos, de forma a não priorizar um autor em detrimento de outro, e por se adequar à alimentação de alta diversidade e periodicidade (cada autor é responsável por publicar seu conteúdo), escolhemos o formato de blog coletivo com visualização dinâmica.

O usuário-leitor poderá navegar pelo conteúdo de forma aleatória, como convém a “um lance de dados”. Prevalecem as “subdivisões prismáticas da ideia”, como sugeria Mallarmé ao definir seu método de composição poética, rompendo com o sentido linear da leitura: “Um lance de dados jamais abolirá o acaso”.

A logomarca remonta justamente a essa característica de aleatoriedade, expressa através da imagem do “dado-livro”. As cores complementares, laranja e azul, e as ramificações centrais do dado-livro remetem à aurora, podendo indicar tanto o caminho infinito a que nos conduz o folhear de páginas quanto a força rizomática dos raios solares, símbolo do anúncio de um novo dia (sujeito a chuvas e trovoadas ou a um pacato piquenique). A tipografia com letras minúsculas evoca a igualdade vocálica articulada com o ideal da Bauhaus: "quando falamos não existem maiúsculas ou minúsculas".

Por fim, a ideia de nossas publicações (nivelando estreia e experiência) e sua disposição dinâmica inspira-se no sonho "mallarmeniano" do livro livre, por sugerir a modificação instantânea executada pelas mãos do autor (usuário do blog), sendo este escritor e leitor ao mesmo tempo. Já os links dinâmicos ofertam a navegação "livre", a “escolha do caminho”.


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